A Universidade Agostinho Neto deixou de ser a única universidade pública em Angola, 47 anos depois da sua fundação, por decreto-lei 44530, de 21 de Agosto de 1962, então integrado na Universidade portuguesa. Leggi il seguito di questo post »
Archivio per la categoria ‘Socio-Economia’
Acabam os Polos Universitarios é tempo de Universidades autónomas
Pubblicato da Ukamba su Marzo 10, 2009
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Huambo importante na produção agro-pecuária de Angola
Pubblicato da Ukamba su Gennaio 12, 2009
O vice-ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Zacarias Sambeny, disse na cidade do Huambo que a investigação joga um papel importante na produção agro-pecuária, facto que leva o Governo a efectuar um processo de reestruturação das instituições de investigação.
“Definimos as prioridades que começam este ano, em termos práticos. Um dos centros de eleição para o início do processo de reforma é a Chianga. Vamos preconizar a investigação por produtos e temas“, disse. Leggi il seguito di questo post »
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Comboios no Huambo em Dezembro
Pubblicato da Ukamba su Novembre 8, 2008
Até finais de Dezembro do corrente ano, a ligação entre as cidades do Lobito e Huambo será feita através do comboio, garantiu em entrevista ao Jornal de Angola o director-geral do Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB), Daniel Quipaxi. O responsável salientou ainda que os trabalhos de reabilitação e modernização em curso são concluídos dentro dos prazos estabelecidos. Neste momento, já se circula no troço Lobito-Cubal, com três viagens semanais, num trajecto de 153 quilómetros.
A linha férrea do Caminho-de-Ferro de Benguela, desde a base, na cidade do Lobito, até ao município do Chinguar, no Bié, está a ser reabilitada e modernizada. A reportagem do “Jornal de Angola” foi ver as obras em curso. Leggi il seguito di questo post »
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«Saio do Huambo de cabeça erguida»
Pubblicato da Ukamba su Ottobre 14, 2008
Afirma, e com razão, o ex-Governador e agora Primeiro-Ministro de Angola, Paulo Kassoma
Foi por causa do seu esforço (e também do malogrado empresário Valentim Amões, diga-se de passagem) que, qual Fénix, a então cidade de Nova Lisboa reergueu-se das cinzas e dos escombros da guerra. Foi por causa do seu trabalho (e também do malogrado empresário Valentim Amões – é, pois, de elementar Justiça não olvidar este facto) em prol dos locais e da cidade que nas eleições de 5 de Setembro no Huambo o “Galo Negro” perdeu cinco zero para o “Partido do Coração”. Falamos de Paulo Kassoma.
Na cidade do Huambo
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Economia Digital
Pubblicato da Ukamba su Giugno 27, 2008
O crescimento da chamada ‘economia digital’ nos países latino-americanos triplicou o registrado em países mais ricos, como Estados Unidos, Europa ou asiáticos, segundo um relatório feito na Espanha a pedido da companhia Telefonica.
De acordo com o estudo, entre 2003 e 2005 a taxa de crescimento média foi de 14%, bem acima dos cerca de 5% registrados nos Estados Unidos e na Europa, e de 6% nos países da região da Ásia e Pacífico, como Japão e Coréia do Sul. Leggi il seguito di questo post »
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LA FESTA DEGLI IGNAMI
Pubblicato da Ukamba su Gennaio 27, 2008
L’igname è una pianta il cui tubero costituisce l’alimento base di molti popoli. In Costa d’Avorio, al momento del raccolto, si celebra una festa con straordinarie somiglianze al simbolismo cristiano della vita e della luce della Veglia pasquale. Leggi il seguito di questo post »
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UMA CENTENA DE CORPOS SERÃO EXUMADOS NO HUAMBO
Pubblicato da Ukamba su Gennaio 25, 2008
À semelhança do que ocorreu na vizinha província do Bié, cerca de 120 corpos sepultados em lugares impróprios, como cacimbas e quintais, no período do conflito armado, serão exumados no próximo dia 4 de Fevereiro deste ano no município do Londuimbali, aqui no Huambo. Leggi il seguito di questo post »
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Huambo em Noticias
Pubblicato da Ukamba su Settembre 29, 2007
O director nacional dos serviços de veterinária, Filipe Vicesse, apelou, na comuna da Calenga, província do Humbo, aos criadores para que invistam na alimentação, saúde e higiene do gado bovino, caprino, ovino e suíno, com vista a um fomento animal sustentável e de qualidade.
Filipe Vicesse lançou este apelo quando dissertava, no centro de melhoramento genético animal “Huambo-Kalunga”, sobre ” A importância da bacia leiteira na pecuária”, no quadro das actividades da primeira edição da feira agro-pecuária do Huambo, que decorre de 22 a 30 de Setembro, sobre o lema “o renascer da pecuária no planalto apostando no melhoramento genético”. Leggi il seguito di questo post »
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Hip Hop Em Moçambique
Pubblicato da Ukamba su Giugno 11, 2007
“As Mentiras da Verdade”, um Hip Hop irreverente de apresentação do jovem músico Azagaia, está a ter um grande impacto não só em Moçambique como em vários partes do mundo.
O single faz parte do álbum provisóriamente intitulado “Babalaze” – que em Moçambique significa “ressaca” – em referência à obra “Babalaze das Hienas” do poeta moçambicano José Craveirinha.
Azagaia, ou Edson da Luz, é um jovem universitário moçambicano que está a mexer com o mundo do hip-hop, por intermédio da sua incursão pelas maleitas do país, e que reverberou em vários círculos não só da sociedade mocambicana, como noutras partes do globo.
A letra irreverente está a fazer furor em dezenas de blogs moçambicanos e além fronteiras, tendo mesmo sido publicada no mega-popular site “You Tube”, utilizado por milhões em todo o mundo, em especial pelas camadas mais jovens.
Entrevistado para o programa Tribuna Cultural da BBCparaÁfrica, Azagaia explicou que a certo momento da sua juventude “já não se limitava simplesmente a consumir informação” e “começou a questionar” as “diferentes versões dadas para um mesmo facto.
” Eu queria saber qual a verdade” dos factos, na qualidade de “cidadão informado”, disse.
A inspiração, diz, provém da necessidade de informação e conhecimento, “normal numa sociedade democrática, onde existe liberdade de expressão”.
Procura da verdade
Neste controverso tema de apresentação, Azagaia aborda uma série de temas da actualidade moçambicana, desde o assassinato do jornalista Carlos Cardoso, à corrupção até à polémica dos esquadrões da morte no seio da polícia.
Questionado sobre onde vai buscar a inspiração e como selecciona os temas das letras, Azagaia diz que “a determinada altura da sua vida se apercebeu dos casos de desinformação”.
Aponta o caso da morte do ex-presidente Samora Machel, cujos manuais escolares atribuíam a acidente de aviação, ficando a saber-se mais tarde que Machel poderia ter sido vítima de assassinato.
Este foi um ponto de viragem no crescimento artístico deste jovem músico, que desde então, diz, questiona “os factos que o incomodam” e que crê, “incomodam qualquer um”.
Confrontado com o entusiasmo do público moçambicano e a polémica gerada pelo seu trabalho, Azagaia diz que julga “ter apenas aumentado o volume das conversas de esquina, porque as pessoas têm muito medo de falar de certos casos”, por vezes até, diz ele, de perder o emprego.
Azagaia pensa que “trouxe apenas à tona” as conversas “que se tinham até agora na segurança do lar” e que alguns investigam na imprensa.
“Eu apenas dei um passo, no sentido de tentar traduzir aquilo que é o sentimento de todos os moçambicanos a propósito de todos os casos quentes que nos incomodam”.
Para Azagaia esta “é uma questão de identidade, história e segurança”.
Corrupção
A corrupção é também um tema abordado por Azagaia, que diz não duvidar que esteja a ser combatido, “mas a um ritmo muito lento”.
“Nós somos livres”, diz Azagaia quando lhe perguntámos se sente uma coragem especial por dizer aquilo que pensa. Adianta ainda que “não devia ser necessário a um cidadão muita coragem para dizer aquilo que se sente. Deveria ser um exercício normal”.
O furor causado pela sua música é para o jovem moçambicano “muito positivo”, pois julga que “as pessoas se sentem identificadas” com o seu trabalho: é “como se este fosse uma via de escape para todos os moçambicanos”.
Em jeito de remate, Azagaia diz que esta polémica serviu também para mostrar aos moçambicanos fora do país, que os jovens em Moçambique “não estão a dormir” e que “tem sentido crítico”.
Não são apenas sociólogos a questionar o presente, diz Azagaia, mas também “os jovens e estudantes”.
Azagaia termina dizendo que “acima de tudo encoraja as pessoas a fazerem algo para mudar, que interiorizem a mensagem e pensem sobre o que podem fazer” para “melhorar o actual mosaico social em Moçambique”, onde “não está tudo mal, mas onde o que está mal está a manchar” o que vai bem.
“As Mentiras da Verdade” é apenas o single de apresentação de um álbum que, Azagaia promete, irá abordar muitos outros temas prementes da sociedade moçambicana “que ficaram por falar” e cujo lançamento deverá ter lugar lá mais para Agosto.
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